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Nessa quinta-feira (04), a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) intermediou uma reunião entre o Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Dater/Mapa) e suas associadas.

Participaram: Emater/AL, Epagri/SC, IDR-Paraná, Ematerce/CE, Emater/AC, IDAM/AM, Emater/RO, Emdagro/SE, IPA/PE, Emater/PI, Agraer/MS, Incaper/ES, Ruraltins/TO, Rurap/AP, CDRS/SP, Bahiater, Emater/DF, Emater/GO, Agerp/MA, Emater/MG, Emater/PA, Empaer/PB, Emater/RN. A intenção da reunião foi sanar dúvidas do processo licitatório e convênio do programa Ater Digital. 

Ater Digital

O Ater Digital tem como público alvo as instituições de Assistência Técnica e Extensão Rural e preconiza o estabelecimento de parcerias inovadoras, contando com recursos públicos e privados no apoio às suas ações. Isso terá como resultado a capilaridade, eficiência e efetividade dos serviços prestados.

O programa está pautado em 5 eixos estratégicos:

  1. Organização e intercâmbio de informações/conhecimento;
  2. Modernização da infraestrutura de TI;
  3. Compartilhamento de sistemas/aplicativos;
  4. Capacitação dos extensionistas;
  5. Hub de informação e gestão tecnológica.

A intenção é que os produtores tenham agilidade nos serviços de ater, efetividade, eficiência e qualidade tendo acesso a ampla gama de conhecimentos aplicáveis à sua realidade.

A meta para 2030 do Ater Digital é que aumente em 50% dos agricultores atendidos por assistência técnica e extensão rural.

Fonte: Asbraer

O projeto Feira Segura, desenvolvido pelo Sistema CNA/Senar para viabilizar a continuidade de feiras livres com segurança na pandemia, atendeu 4.253 feirantes, 56 mil consumidores e movimentou R$ 692 mil somente em 2020.

No ano passado, foram 132 edições da Feira Segura realizadas no modelo tradicional adaptado ou drive thru, seguindo orientações para evitar o contágio por coronavírus, em 88 municípios da Bahia, Tocantins, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pará, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e no Distrito Federal.

Os feirantes são treinados pelo Senar para intensificar a higienização desde a colheita até a embalagem dos produtos, utilizar equipamentos de segurança individual e como evitar a propagação do novo coronavírus de acordo com o guia Feira Segura, elaborado pelo Sistema CNA/Senar.

Na Bahia, foram 57 feiras em 47 municípios somente em 2020. A produtora de hortaliças Edvânia Gomes de Pinho, do município de Mundo Novo, disse que a Feira Segura permitiu a ampliação das vendas.

“Quando estourou a pandemia, eu fiquei sem participar de feira. Então isso me ajudou demais. Eu fiquei muito feliz e agradeço porque eu consegui mais clientes. Eles acharam a apresentação dos produtos mais bonita”, comenta a produtora.

O casal Carlos Marinho e Carla Valquíria produz mel na região de Paraíba do Sul, no Rio de Janeiro, e aderiu à iniciativa depois de perceber a segurança envolvida no projeto.

“Somos do grupo de risco, por isso ficamos um tempo sem ir à feira, mas fomos convencidos depois das orientações sobre higienização, distanciamento e utilização de equipamentos de proteção. No início da pandemia, tivemos perdas de 40% nas vendas e aos poucos vamos recuperando”, destaca o produtor. 

Expansão – Em 2021 o projeto será ampliado para outros estados, conforme destaca o coordenador de Inovação e Tecnologia do Sistema CNA/Senar, Matheus Ferreira.

“A demanda está aumentando bastante porque os consumidores e feirantes se sentem mais seguros nesses formatos de feira. Além disso, ainda é necessário manter os cuidados sanitários em relação à propagação do novo coronavírus nas feiras, que são um dos principais canais de comercialização de alimentos”.

Confira as próximas edições da Feira Segura:

05/03: Itarana/ES

06/03: Marilândia/ES

06/03: Quatipuru/PA

13/03: Salvaterra/PA

20/03: Inhangapi/PA

Para conhecer os detalhes do projeto e acessar o guia Feira Segura, clique aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

Entre os dias 01 e 06 de fevereiro, cerca de 130 profissionais são capacitados para executarem o Programa Produzir Brasil na região Centro-Oeste. O objetivo é assistir as famílias de agricultores(as) assentados(as) tituladas ou em processo de titulação

A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) iniciou o mês de fevereiro, dando continuidade aos cursos de formação a distância de agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Nesta semana, entre os dias 01 e 06, cerca de 130 profissionais são capacitados para executarem o Programa Produzir Brasil na região Centro-Oeste.  A política pública tem o objetivo de assistir as famílias de agricultores(as) assentados(as) tituladas ou em processo de titulação.

Os cinco dias de aulas online são organizados de acordo com a área de Formação da Anater. No início da capacitação, é apresentada a estrutura do curso, bem como o panorama geral sobre o Produzir Brasil e demais políticas públicas relacionadas.

Temas como Associativismo e Cooperativismo, Bioeconomia, Ater Digital, Projeto Individual e Coletivo de Ater, e Plano de Desenvolvimento Sustentável dos Assentamentos (PDSA) fazem parte da grade curricular. As aulas são focadas na metodologia, na prática e na execução de Ater pelo Sistema de Gestão de Ater (SGA), implementado pela Anater.

“Apesar de trabalharmos o atendimento individual, o nosso foco é a coletividade. Todos os beneficiários vão receber Ater na modalidade individual, mas também coletiva. Esse é o grande diferencial”, explicou a instrutora da Agência, Iracema de Paula, que aplica a metodologia com o instrutor César Peres.

A formação é promovida em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O curso, com 40 horas, conta com palestrantes de ambos parceiros.

A coordenadora-geral de Cooperativismo da Secretaria de Agricultura Familiar do Mapa, Fabiana Durgant, ressaltou o trabalho em conjunto com a Anater. “Temos um alcance muito grande com essa ferramenta que a Agência utiliza. É gratificante participar de um programa tão robusto e falar sobre associativismo e cooperativismo. É uma parceria maravilhosa que gera muitos frutos”.

Os agentes capacitados são das seis empresas privadas que foram selecionadas pela Chamada Pública 001/2020 – Programa Produzir Brasil, da Anater. Fazem parte da lista as seguintes executoras de Ater: Marcos Luz Vieira Júnior e CIA LTDA, Agência de Desenvolvimento Regional do Extremo Oeste do Paraná (Adeop), Associação Criança, Esporte, Cultura, Educação e Recreação (Crescer), Instituto Biosistêmico, G.R Assessoria e Planejamento de Projetos Agropecuários LTDA e Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Desenvolver).

A execução das atividades em campo iniciará após a formação dos profissionais. O público beneficiário totaliza cerca de 3.600 famílias, de 47 assentamentos em 31 municípios de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O curso ainda terá continuação nos dias 10 e 11 deste mês para os coordenadores e também suporte social das equipes de agentes de Ater para atuarem nos locais direcionados pela chamada pública.

Programa Produzir Brasil

Sob governança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Anater atua em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), responsável pelo Programa Nacional de Regularização Agrária (PNRA). A iniciativa permite que as famílias ao conquistarem o documento de titulação, passem a receber Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). A proposta é consolidar os assentamentos, com geração de renda e independência financeira.

Chamada Pública – Produzir Brasil

Lançada em dezembro, a Chamada Pública 001/2020 prevê a contratação de entidades privadas para a execução dos serviços de Ater, destinada aos agricultores assentados no âmbito do Programa Produzir Brasil. A atuação foi direcionada à região Centro-Oeste do país, nos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

As empresas participantes são credenciadas no Sistema de Gestão de Ater da Anater (SGA) e dispõem de equipes compostas por técnicos de nível médio e superior, com formação multidisciplinar. É necessário seguir as orientações e princípios estabelecidos pela Lei n° 12.188, de janeiro de 2010, que instituiu a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater) e estabelece as bases para a execução do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pronater).

Fonte: Ascom Anater

Nesta quinta-feira (28), foi realizada uma videoconferência entre a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e as entidades públicas de Ater, as Emateres, que atuam na Amazônia Legal para apresentar o Programa Produzir Brasil. A política pública, lançada pelo Governo Federal, em novembro do ano passado, visa a plena consolidação dos agricultores familiares assentados.

A proposta é oferecer Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para quem receber o título de posse na região. É fundamental que os núcleos familiares ao conquistarem o documento de titulação, possam gerar renda e independência financeira onde vivem. A política é realizada em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e é direcionada sob a governança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O objetivo é potencializar as iniciativas dos órgãos vinculados.

Na reunião, foi explicado como o programa terá um plano estratégico comercial para os assentamentos. Foram debatidas as condições geoambientais, agronômicas e as rentabilidades das matérias-primas possíveis de serem produzidas. A Amazônia Legal é uma área formada por nove Estados e abrange toda a região Norte, além de partes do Centro-Oeste e do Nordeste.

A intenção é estabelecer uma estratégia de execução de Ater que atenda às especificidades sociais, culturais e ambientais do público-alvo. Assim, melhora o clima de negócios de áreas de influência econômica, permitindo a entrega de bens e serviços públicos aos projetos de assentamento.

O presidente da Anater, Ademar Silva Júnior, ressaltou a importância da Ater pública no contexto: “Levar Ater para quem recebe o título significa mais um passo para acessar políticas públicas e principalmente, de financiamento. Não se trata de garantir somente a agricultura de subsistência, mas sim de produzir para o mercado”.

Participaram da videoconferência: a presidente da Emater/PA, Cleide Amorim; o presidente da Emater/RO, Luciano Brandão; o presidente do IDAM/AM, Valdenor Cardoso; a diretora de Ater da Agerp/MA; Alessandra Lima Araújo; e o presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), Nivaldo Magalhães.

Com mais de 2 mil extensionistas rurais, ligados direta ou indiretamente, a Anater participa do evento em prol do desenvolvimento sustentável no campo

Na Semana do Extensionista Rural, a Câmara dos Deputados torna-se palco, nesta quarta-feira (02), de debate fundamental para o fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e valorização do profissional que realiza essa atividade. A profissão completa mais um ano no próximo domingo (06) e chega aos 72 anos, idade do surgimento da primeira Emater do país, em Minas Gerais. O evento contará com a participação de representantes de todo o Brasil, será realizado virtualmente e transmitido pelo canal da Casa, às 15 horas. 

A iniciativa partiu do presidente da Frente Parlamentar de Extensão Rural, o deputado federal, Zé Silva (Solidariedade/MG). O objetivo é apresentar novas ações para potencializar o desenvolvimento sustentável no campo por meio da extensão rural. O parlamentar e também extensionista relembrou as oscilações da Ater no país e ressaltou a expectativa quanto à sua consolidação, pleiteando investimento.

“Durante todos esses anos, os serviços de Ater enfrentam desafios. A retomada e o desenvolvimento, após os anos 90, caminham com um orçamento ora em crescimento, ora em declínio. Contudo, a demanda pela atividade está em constante aumento e a produção rural continua sendo a alavanca da economia no Brasil em meio à crise. Então, precisamos consolidar o serviço como essencial”, afirmou. Para ele, é notória a ausência de políticas públicas nas regiões mais pobres.

Entre os pontos abordados como sucateados estão: envelhecimento do quadro de profissionais, piso salarial baixo, sobrecarga dos municípios, falta de equipamentos e tecnologias essenciais como internet banda larga, veículos para visitas técnicas, entre outros.

O evento desta quarta-feira é um desdobramento da assinatura do “Pacto pelo Fortalecimento da Ater”, apresentado em 2019, com o apoio das entidades de extensão rural (estaduais), entidades representativas da agricultura familiar, Ministério da Agricultura e a Frente Parlamentar de Assistência Técnica e Extensão Rural.

Com mais de 2 mil extensionistas rurais, ligados direta ou indiretamente, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) é parceira da iniciativa. O presidente da Agência, Ademar Silva, estará presente no evento para homenagear os profissionais e reforçar a necessidade de melhorias para o setor.

Participarão também: a ministra da Agricultura, Tereza Cristina; o representante da Academia Brasileira de Extensão Rural  (Aber) Hur Ben; o presidente da Asbraer, Nivaldo Magalhães; a coordenadora da Faser, Lucia Morais Kinceler; o presidente da Contag, Aristides Veras; o presidente da OCB, Márcio Lopes; o presidente da CNA, João Martins; o Coordenador Geral CONTRAF, Marcos Rochinski

Conquista: criação da Anater

O parlamentar Zé Silva construiu uma proposta concreta, e contou com o apoio e a aprovação da Comissão de Agricultura para encaminhar a criação da Anater. A Agência estabelecida e, agora, a luta é para garantir suas reestruturação e desburocratização para que os recursos cheguem até as Emateres de todo Brasil.

Investimento e a Anater

Foi apresentado ao ministro da Economia, Paulo Guedes e à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, proposta de valorização do serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) com investimento no valor de R$ 700 milhões. A previsão é que R$ 500 milhões sejam operacionalizados pela Anater. O recurso é fundamental para o fortalecimento de Ater e valorização da agricultura familiar.

Projetos de Ater

Já foram apresentados projetos de lei em parceria com a Asbraer, a Academia Brasileira de Extensão Rural (Aber) e a Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Assistência Técnica e Extensão Rural e do Setor Público Agrícola do Brasil (Faser). As proposições possuem, entre outras medidas, a previsão de fontes de financiamento para o Serviço de Extensão Rural em todo Brasil. 

Saiba mais:

Projeto 4369/2020 destina para assistência rural parte dos royalties do petróleo no regime de partilha

Projeto 4370/2020 destina parcela da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) à  Anater

Projeto 4371/2020  institui a Política Nacional de Ater  para a PNATER e PRONATER

Anater celebra convênio de mais de R$ 7 milhões com Emater-GO para levar desenvolvimento ao campo

Graças ao convênio no valor total de R$ 7,84 milhões – Instrumento Específico de Parceria (IEP) – firmado entre a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-GO), famílias assentadas em Goiás poderão transformar suas vidas. O recurso é a viabilização de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para os 3.215 agricultores que receberam o título de posse no assentamento Bom Sucesso, interior do estado, nesta quarta-feira (18).

É fundamental que esses núcleos familiares ao conquistarem o documento de titulação, recebam Ater para gerar renda e independência financeira onde vivem. O convênio faz parte do Programa Produzir Brasil. É a primeira vez que é realizada a ação conjunta da Anater com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), responsável pelo Programa Nacional de Regularização Agrária (PNRA).

O presidente da Anater, Ademar Silva Júnior, destacou os efeitos da ação casada. “Levar Ater para quem recebe o título significa mais um passo para acessar políticas públicas e principalmente, de financiamento. Não se trata de garantir somente a agricultura de subsistência, mas sim de produzir para o mercado”, disse.

O direcionamento segue a governança do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que contempla todos os programas voltados para o campo. O objetivo é potencializar as iniciativas dos órgãos vinculados.

No evento, a ministra do Mapa, Tereza Cristina, reforçou que a entrega dos títulos é o início de uma nova história. “Nós no Mapa unimos as políticas para a agricultura. Além da posse, aqui vocês vão receber Ater para que possam produzir, ter renda, eliminar o intermediário, chegar na ponta e receber o fruto do suor do trabalho de cada um”.

Também estiveram presentes na ocasião o presidente da República, Jair Bolsonaro, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Números de Ater para assentados em Goiás e Centro-Oeste

O número das novas titulações rurais somado aos últimos títulos entregues neste ano chegam à marca de aproximadamente 4 mil famílias assentadas que receberão Ater. O recurso do governo federal é de R$ 5,4 milhões para atender os assentamentos no estado goiano. Serão beneficiadas famílias residentes de 105 assentamentos em 55 municípios. É apenas o início do Programa Produzir Brasil no Centro-Oeste. A previsão é beneficiar assentados também no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, com investimento total de R$ 20 bilhões para cerca de 10 mil famílias.

Nova metodologia de Ater

A Ater permite potencializar o desenvolvimento rural sustentável com respeito aos agroecossistemas, compartilhamento do uso de tecnologias apropriadas e criação de oportunidades para comercializar no cenário regional. Buscando sempre por inovação, a Anater desenvolveu uma metodologia que atualiza a assistência técnica convencional para atender às demandas atuais.

O processo é realizado em cinco etapas: mobilização e seleção do público, diagnóstico e planejamento, produtos, atendimentos e avaliações. Confira a tabela. A fase 2 é a novidade.

 

ETAPA1 MOBILIZAÇÃO E SELEÇÃO DO PÚBLICO Formada pelas atividades de identificação, mobilização, seleção e inscrição/cadastro do público.
ETAPA2  DIAGNÓSTICO E PLANEJAMENTO Atividades de levantamento de dados, diagnósticos, aplicação de técnicas de planejamento, elaboração de planos e projetos de desenvolvimento.
ETAPA 3 PRODUTOS Formada por ações de entregas relacionadas a produtos tangíveis (elaboração e execução): Plano de Desenvolvimento Sustentável do Assentamento, Projeto Coletivo de Ater e Projetos Individuais de Ater.
ETAPA 4 ATENDIMENTOS Composta por ações de intervenções técnicas, promotoras de mudanças, multidisciplinares, coletivas e individuais, presenciais ou à distância, pontuais ou sequenciais.
ETAPA 5 AVALIAÇÕES (Parciais e Final) Composta por ações de avaliações, monitoramento, verificação de desempenho e grau de satisfação.

O diretor técnico da Anater, Wesley Passáglia, explicou que a proposta de ter um diagnóstico do assentamento torna mais eficaz a Ater para verificar as oportunidades mais condizentes com a realidade local, principalmente quando puder ser realizada também de forma virtual a qualquer momento.

“O assentado terá escolha de mandar uma mensagem digital para tirar qualquer dúvida. Assim, a assistência técnica individual pode acontecer presencial ou à distância. O que queremos é desenvolver práticas sustentáveis, ofertando serviços básicos e políticas públicas como crédito rural, acesso ao mercado de comercialização para sair do amadorismo e entrar de forma profissional”.