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Preservar e conservar o meio ambiente é condição primeira para que os efeitos das mudanças climáticas sejam, ao menos, mitigados. Para promover esse resultado é imprescindível o engajamento da sociedade como um todo e, por motivos óbvios, impossível sem o envolvimento do setor agrícola, dos produtores em escala até os de subsistência e familiares.

Imbuída dessa certeza, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) é a primeira empresa pública de assistência técnica e extensão rural do Brasil a aderir ao Pacto Global, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A adesão ao Pacto Global vai proporcionar à Emater ampliar as relações institucionais permitindo a troca de experiências, além da identificação de novos modelos de governança e oportunidades para a empresa. Ela também poderá participar de capacitações promovidas pela ONU em temas ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

De acordo com o presidente da Emater-MG, Otávio Maia, a estatal  já possui alguns programas que se enquadram aos ODS, dentro do conceito ESG (Responsabilidade Socioambiental e Governança) como a geração de energia limpa e renovável em suas unidades, transparência e anticorrupção, segurança alimentar e hídrica no campo, Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), dentre outras ações.

“O objetivo ao aderir ao Pacto Global é fortalecer e demonstrar ainda mais esse compromisso, que está na própria origem da Emater, de trabalhar visando um mundo mais equilibrado, que proteja o meio ambiente e as pessoas. Com a adesão, ampliamos nossas relações internacionais, com a preocupação com o conceito de ESG. Agora tem um grupo com a chancela da ONU que vai acompanhar as nossas ações. Nesse relacionamento é muito importante essa troca de experiências. Essa é uma preocupação direta do produtor rural. A sobrevivência da atividade depende do combate às mudanças climáticas. Além de ser também uma exigência de mercado, os consumidores premiam quem tem preocupação com o ambiente e também com o social. E mais recentemente, uma preocupação dos financiadores. Já existem linhas de financiamento para ações de agricultura de baixo carbono. E o crescimento do pagamento por serviços ambientais”, explica Maia.

Lançado em 2000, o Pacto Global é uma chamada para as empresas alinharem suas estratégias e operações a 10 princípios universais nas áreas de Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção e desenvolverem ações que contribuam para o enfrentamento dos desafios da sociedade.

Iniciativa

Quem integra o Pacto Global também assume a responsabilidade de contribuir para o alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Hoje, o Pacto Global é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo, com mais de 16 mil membros, entre empresas e organizações, em 160 países. A Rede Brasil do Pacto Global é a terceira maior rede do mundo, com mais de 1.100 membros.

“A partir de agora temos acesso a uma gama de capacitações da ONU e também devemos apresentar um plano de ação para a Organização. Com a apresentação dos projetos que executamos serão somadas novas ações e novos projetos serão criados. Tudo será monitorado pela equipe da ONU”, pontua.

Entre os 17 ODS, na opinião do executivo, os dois primeiros dizem respeito especialmente à Emater-MG: 

1 – Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares;

2 – Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.

“Os ODS são muito conectados e, para trabalhar com um deles, é preciso pensar nos demais. Nos dois primeiros, porém, enxergamos a nossa missão institucional. Temos uma extrema preocupação com a segurança alimentar das famílias que atendemos. Só a partir daí que podemos caminhar para o estágio da prosperidade e progresso dessas famílias dentro da sua autonomia. O Brasil é um dos celeiros do mundo e Minas é um dos celeiros do Brasil. Temos uma responsabilidade muito grande na segurança alimentar do mundo. Pensando no tamanho e diversidade do nosso Estado essa missão ganha em importância. Temos muito a fazer, aprender e ensinar”, completa o presidente da Emater-MG.

Fonte: Diário do Comércio. Foto: Divulgação Emater-MG

De 27 a 29 de julho, evento contará com programação gratuita e diversificada de palestras e oficinas voltadas ao agro

Estão abertas as inscrições para a Semana Estadual da Agricultura Familiar 2022 que será realizada entre os dias 27 e 29 de julho, no Centro de Tecnologia e Inovação (Centrer) da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater-GO). O evento contará com programação técnica, gratuita e diversificada, envolvendo temas que estão atualmente em destaque na agropecuária do estado. A realização é uma parceria da Emater-GO com a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Nos três dias de evento, as atividades se iniciam às 9h com orientações teóricas e práticas sobre manejo rotacionado, indicações geográficas, panificação, derivados lácteos, hortas suspensas, bioinsumos, crédito rural, comercialização e outros. A condução das palestras e oficinas fica a cargo de técnicos da Emater e da Seapa, além de parceiros do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Goiás) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre outros.

A Semana Estadual da Agricultura Familiar foi instituída pela Lei nº 20.513, de 2019. Dessa forma ficou determinado que, na semana que compreende o Dia Nacional da Agricultura Familiar, comemorado em 25 de julho, devem ser desenvolvidas atividades que demonstrem a importância do segmento para a vida de cada um e para o desenvolvimento do Estado.

Para participar da programação gratuita de palestras e oficinas oferecidas durante a Semana da Agricultura Familiar 2022, produtores e a comunidade devem se inscrever pelo link. No mesmo link está disponível a programação completa. Haverá emissão de certificados.

Fonte: Diário de Goiás. Foto: Agência Brasil.

O benefício será disponibilizado em parcela única de R$ 850, em julho, para agricultores de Biritinga, Novo Triunfo e Sátiro Dias (BA)

Foi publicada nesta segunda-feira (18), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria SAF/Mapa nº 285, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que autoriza o pagamento do benefício Garantia-Safra. Neste mês, serão contemplados os agricultores dos municípios de Biritinga, Novo Triunfo e Sátiro Dias, na Bahia.

O montante em recurso autorizado chegará a mais de R$ 1,3 milhão. A portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação.

O pagamento do benefício – referente à safra 2020/2021 – no valor de R$ 850 é feito em parcela única, em decorrência das medidas de enfrentamento da pandemia do coronavírus (COVID-19), conforme publicado na Portaria nº 15, de 14 de abril de 2020.

O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões sistematicamente sujeitas à perda de safra, por razão de estiagem ou enchente. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

Cabe ressaltar que os pagamentos serão realizados a partir do mês de julho de 2022, nas mesmas datas definidas pelo calendário de pagamento dos benefícios sociais.

Benefício bloqueado

Os agricultores aderidos ao Garantia-Safra que tiveram a concessão do benefício bloqueado nos municípios que tiveram autorização do pagamento no mês de junho/2022 devem cumprir com as orientações dispostas na Portaria nº 25, de 08 de julho de 2020, para regularização do benefício.

Caso o benefício esteja bloqueado, o agricultor deve acessar o seu perfil no Sistema de Gerenciamento do Garantia-Safra, clicando neste link, e verificar o motivo do bloqueio conferindo a notificação que consta no perfil. O agricultor terá até 30 dias, após a publicação da Portaria que autoriza o pagamento do benefício, para se manifestar quanto ao bloqueio, por meio do serviço “Solicitar Requerimento de Defesa após Bloqueio do Benefício Garantia-Safra”, na plataforma Gov.br.

A relação dos agricultores que tiveram o benefício bloqueado, de forma cautelar, será encaminhada pelas Coordenações Estaduais aos gestores municipais.

Outras informações sobre o Garantia-Safra podem ser solicitadas à Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa pelo e-mail garantiasafra.cgs@agro.gov.br ou pelo telefone (61) 3218-3319.

>> Clique aqui para verificar se o benefício está bloqueado

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) premiou os 15 melhores queijos artesanais do país em cerimônia ao vivo, transmitida pelo canal da entidade no Youtube, nessa quarta-feira (13).

O prêmio faz parte das ações do Programa de Alimentos Artesanais e Tradicionais do Sistema CNA/Senar para valorizar e divulgar esses produtos. Essa edição é uma parceria da Confederação com a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Na abertura do evento, o presidente da CNA, João Martins, destacou a importância da pecuária leiteira e afirmou que essa edição foi realizada para fortalecer a produção nacional de leite, estimular a formalização dos produtores e ampliar as possibilidades de mercado para os queijos artesanais.

“O Sistema CNA/Senar sempre trabalhou para que essas tradições, culturas e diversidades fossem preservadas e reconhecidas. Esse setor está em franca expansão com grandes oportunidades de crescimento e esperamos que o concurso dê visibilidade e melhore as vendas desses produtos”, disse.

Mais de 90 produtores participaram da seleção com queijos de 13 estados: Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

Carlos Melles, presidente do Sebrae, disse que a premiação contribuiu para promover o leite brasileiro e reforçou que a entidade tem trabalhado com as indicações geográficas para mostrar a pluralidade do Brasil.

“Esse é o caminho. É o que buscam a CNA e o Sebrae: fazer a vida do produtor melhor e mais fácil. Melhor no aspecto da rentabilidade, de agregar valor e ter qualidade de vida como um todo. Nosso consumo de queijo é pequeno, é um desafio grande, por isso estou feliz e honrado por participarmos dessa iniciativa”.

Os vencedores foram selecionados em três categorias: artesanais com tratamento térmico; artesanais com 30 a 180 dias de maturação; e artesanais com adições/aromatizados/condimentados.

Na categoria 30 a 180 dias de maturação, o 5º lugar ficou com Arnaldo Ferreira Borges, da Queijos Aiuruoca, Aiuruoca (MG). O quarto colocado foi Hugo Leite, da queijaria Roça da Cidade, de São Roque de Minas (MG). Em 3º lugar ficou Joaquim Luiz de Carvalho, com o Parmesão da Generosa, do município de Andrelândia (MG); em 2º lugar, Francisco Antônio de Barros Jr., da Sabor da Alagoa, de Alagoa (MG). E o vencedor foi Sander Willian Verburg, da Queijos Cornélia, de Arapoti (PR).

Em tratamento térmico, o 5º colocado foi Diego Perosa, da queijaria Perosa, em Iraceminha (SC); o 4º foi Carlos Henrique C. Lamim, com o Maranata Bronze, de Virgínia (MG); o 3º lugar teve Edmilson Rolindo, da Canastra Melhor de Minas, de Formiga (MG); o 2º lugar foi Larissa Silva Melo, com o Cana Velha Tradicional, do munícipio de São Brás do Suaçuí (MG); e o 1º lugar foi para Joaquim Luiz de Carvalho, com o Lendário da Generosa (MG).

Na categoria artesanais aromatizados e/ou condimentados os vencedores foram: em 5º lugar, Reginaldo de Assis Castro, da Queijo 3 Irmãos, em Tapira (MG); em 4º lugar, Larissa Silva Melo, da Queijos Cana Velha (MG); em 3º lugar, Adalberto Mendes de Barros, do Queijo Sítio da Onça, de Alagoa (MG); 2º lugar para Queijos Almeida Guimarães em Itanhandu (MG); e em 1º lugar, Sander Willem Verburg, da Queijos Cornélia, de Arapoti (PR).

Todos os ganhadores agradeceram a oportunidade de participar da premiação e reforçaram a importância desse tipo de iniciativa para ampliar a visibilidade dos queijos artesanais no País.

Sander Willem Verburg, que venceu em primeiro lugar nas categorias artesanais com 30 a 180 dias de maturação e aromatizados e/ou condimentados, afirmou que foi uma surpresa ser premiado duas vezes.

“Quando me inscrevi, a intenção era apenas saber como o júri técnico iria avaliar meus produtos. Estou muito feliz e quero agradecer a participação e principalmente minha mãe que me ensinou a técnica de fazer queijo que foi passada de geração em geração”.

Os queijos de Joaquim Luiz de Carvalho, da Lendário da Generosa, levaram o primeiro lugar em tratamento térmico e o terceiro lugar entre os selecionados na categoria 30 a 180 dias de maturação. Ele dedicou a vitória à equipe e à família.

“Hoje é um dia diferente, estamos muito emocionados e honrados pela premiação. Obrigado a CNA por proporcionar isso na nossa vida”.

Larissa Silva Melo, da Cana Velha Tradicional, também venceu em duas categorias, com o 2º lugar em tratamento térmico e o 4º lugar nos artesanais aromatizados e/ou condimentados.

“Foi um prazer para nós participar e esperamos que com o apoio de vocês a gente consiga melhorar nossa produção para podermos despontar e colocar Minas e o Brasil no mapa do mundo”.

Os queijos passaram por uma avaliação técnica e por júri popular. O prêmio também avaliou a história do produto enviada pelo produtor, que analisou o conhecimento tradicional, a contribuição para a autonomia econômica do produtor (a) rural, a sustentabilidade ambiental e o aspecto diferencial ou original do produto.

Os finalistas nas três categorias receberam um prêmio em dinheiro, o curso Sebrae Empretec e um certificado. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$ 6 mil, o segundo R$ 3,5 mil, o terceiro R$ 2 mil, o quarto lugar R$ 1 mil e o quinto colocado, R$ 500.

Veja a pontuação de cada queijo clicando aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA. Fotos: CNA

Treinamento é presencial e totalmente gratuito. Mais duas turmas serão formadas até o fim do ano

Estão abertas as inscrições para a quarta turma do “Curso de Capacitação Projeto Lácteos SAF/ UFV”, oferecido pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/ Mapa), em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais. O curso é gratuito e será realizado presencialmente de 8 a 13 de agosto, no campus da UFV, em Minas Gerais.

O curso é voltado para técnicos extensionistas que atuam com produtores rurais da cadeia produtiva de lácteos. Três turmas já passaram pelo treinamento este ano e estão previstas mais duas turmas até o fim do ano. 

O Projeto Lácteos SAF/ UFV tem carga horária total de 40 horas. As atividades teóricas e práticas serão distribuídas em três módulos:

1) “Sanidade e Gestão de Custos”, que trata da certificação para rebanhos livres de tuberculose e brucelose e da gestão e controle de custos na propriedade leiteira.

2) “Mercado, Boas Práticas e Tecnologia de Produção de Lácteos”, que abrange as exigências e oportunidades de comercialização; indicações geográficas para queijos artesanais; higienização e controle da qualidade; produção de queijos, ricota, bebidas lácteas e doce de leite; e boas práticas de fabricação.

3) “Sistemas Alimentares e Segurança Alimentar e Nutricional”, que trata dos sistemas alimentares sustentáveis na agricultura familiar, da alimentação saudável e da segurança alimentar e nutricional no contexto da cadeia de lácteos.

O Projeto Lácteos SAF/ UFV apoiará os cursistas com o pagamento de diárias para hospedagem e alimentação durante o período de realização do curso. O extensionista ficará responsável apenas pelo seu deslocamento de sua cidade de origem até Belo Horizonte.

Os interessados em preencher as vagas devem enviar e-mail (com nome completo, CPF, RG, telefone, conta corrente – é necessário que a conta esteja em nome do cursista –, certificação de vacina contra a Covid-19 e dados da instituição/ associação/ DAP física) para decam.saf@agro.gov.br

Fonte: Ascom Mapa

A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) está por trás de uma importante conquista do cafeicultor Reynaldo Barros: ter o seu café tipificado como gourmet. A história de sucesso foi tema de uma reportagem exibida pelo programa Nosso Agro no último sábado (9).

Na atividade desde 2011, o produtor de Brasília passou a buscar conhecimento e qualificação para melhorar a produção até que descobriu o trabalho de Senar. A partir do acompanhamento da ATeG, ele adotou novas tecnologias na irrigação, na adubação, nos tratos das plantas e no manejo dos grãos.

“As ações corretivas da ATeG visam a melhoria da qualidade do produto e auxiliam o produtor na correção do solo, melhoria da fertilidade e do manejo e no controle de pragas, doenças e ervas daninhas. Tudo isso melhora o produto e, no caso dele, superou as nossas expectativas”, afirmou a supervisora de ATeG do Senar/DF, Fernanda Rodrigues.

Reynaldo, que conta com o apoio da esposa Tânia Maia Flores no gerenciamento da propriedade, cultiva atualmente 20 mil pés de café arábica de forma orgânica. A produção vem crescendo nos últimos anos e chegou a 10 toneladas de grãos, mas o principal diferencial foi alcançar um grão de excelência.

A alta qualidade foi reconhecida este ano pelo Núcleo Global de Análise e Pesquisa (Nugap), que atribuiu ao grão a nota 8.9, em uma escala de zero a 10, classificando o produto como café gourmet. Um café tradicional, por exemplo, recebe, no máximo, nota 6. Os critérios analisados são grau de intensidade, aroma, sabor e fragrância.

“Conseguimos essa pontuação devido ao baixo número de defeitos e adstringência e pelo sabor e aroma elevados da bebida. São percepções que o consumidor tem ao degustar o café. Mas o sucesso não se conquista sozinho. Tenho pessoas que me ajudam e o apoio do Senar foi fundamental”, disse.

Na propriedade, o trabalho envolve a colheita, a secagem no pátio e o ensacamento do café. O beneficiamento é feito por uma empresa parceira e a comercialização do café gourmet conta com a ajuda do genro Flávio Vargas, que auxilia na divulgação e na venda pelas redes sociais.

Fonte: Ascom CNA. Foto: Ascom CNA.

O objetivo é cadastrar prestadores de serviços para coleta de indicadores, medição de impactos das políticas públicas e programas governamentais e, fiscalização in loco

Com o lançamento do Edital de Credenciamento para Ampla Participação, começa nesta terça-feira (12) o prazo para empresas aptas à fiscalização se credenciarem junto à Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O objetivo é cadastrar prestadores de serviços técnicos para atenderem às demandas de coleta de indicadores, medição de impactos das políticas públicas e programas governamentais e, a fiscalização in loco de Instrumentos Específico de Parceria (IEP), Contratos de Ater, Convênios e Instrumentos Congêneres. As entidades interessadas devem possuir contrato social ou equivalente que contemplem atividades agropecuárias ou de auditoria.

O requerimento para credenciar deverá ser realizado por meio de acesso ao link https://bit.ly/3auG3Q7 e preenchimento do formulário. Serão analisadas as documentações de habilitação jurídica, fiscal, trabalhista, econômica e técnica. O processo obedece integralmente ao Regulamento de Licitações, Contratos, Convênios e Instrumentos Congêneres da Anater (RLC) de 2017.

Data de início do processo: 12 de julho

Link para acesso ao formulário de cadastro: https://bit.ly/3auG3Q7

Análise do processo: Habilitação Jurídica, Regularidade Fiscal e Trabalhista, Qualificação Econômica Financeira, Qualificação Técnica da Entidade, Qualificação Técnica Profissional, e Documentação Complementar.

Data de encerramento: 30 de agosto

O edital contempla todo o território nacional e, portanto, as pessoas jurídicas interessadas podem participar de diferentes lotes nas 27 unidades da federação.  O prazo de vigência do Credenciamento será de 12 (doze) meses, iniciando-se na data de sua publicação no Diário Oficial da União e no site da Anater.

 O processo será realizado em quatro períodos específicos:

– Primeiro Período: de 12.07.2022 a 27.07.2022

– Segundo Período: de 17.10.2022 a 31.10.2022

– Terceiro Período: de 15.03.2023 a 30.03.2023

– Quarto Período: de 15.08.2023 a 30.08.2023

As entidades que tiverem interesse em credenciar se obrigam a acompanhar as publicações referentes ao processo no site da Anater. Os pedidos de esclarecimentos sobre o edital poderão ser encaminhados para o e-mail editalmonitoramento2022@anater.org.

Confira a íntegra do Edital de Credenciamento para Ampla Participação e seus Anexos.

Fonte: Ascom Anater

Interessados em obter o reconhecimento devem solicitar via termo de declaração

Neste mês de julho, entrou em vigor a Portaria nº 448 que estabelece o procedimento para a submissão da documentação necessária ao reconhecimento de programas voltados à promoção de boas práticas agrícolas. O documento também regulamenta a Portaria n° 337, publicada em 2021, que estabelece requisitos mínimos e reconhece programas de promoção de boas práticas agrícolas no Brasil, na etapa primária da cadeia produtiva agrícola, aplicados por entes públicos e privados no território nacional.

O objetivo é estimular a produção de alimentos seguros e de qualidade, promover ações que visem melhorar a qualidade da produção de alimentos, além de fomentar práticas sustentáveis de produção agrícola e estimular a melhoria da qualidade de vida da população rural.

O coordenador-geral de Sistemas Integrados de Produção Agrícola do Mapa, Marcus Vinícius de Miranda Martins, destaca a importância da adoção de boas práticas e como ela impacta na produção sustentável. “Quando o produtor rural adota as boas práticas agrícolas conseguimos ter o produto com mais qualidade e com mais garantia. Isso ocorre porque o produtor está fazendo do jeito correto que tem que ser feito, baseado na ciência, na pesquisa de campo”, explica.

Para ter o programa de boas práticas reconhecido e chancelado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, os entes públicos e privados interessados devem protocolar o Termo de Declaração junto ao Ministério. A adesão ao programa é voluntária e os interessados devem fazer uma autodeclaração alegando que estão adequados segundo a Portaria 337. Após o envio, a documentação será analisada pela Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação (SDI/Mapa).


O que são as Boas Práticas Agrícolas?

As Boas Práticas Agrícolas são o conjunto de princípios, normas e recomendações técnicas aplicadas nas etapas da produção, processamento e transporte de produtos vegetais alimentícios e não alimentícios, orientadas a promover a oferta de alimento seguro, de forma a cuidar da saúde humana, proteger o meio ambiente e melhorar as condições dos trabalhadores rurais e sua família.

São considerados como requisitos mínimos de reconhecimento de adoção dessas práticas na etapa primária da cadeia produtiva agrícola o planejamento e gestão do estabelecimento rural; a organização e higiene no estabelecimento rural; o cumprimento da legislação ambiental e trabalhista vigente; a nutrição de plantas, fertilidade e conservação do solo; o uso racional e qualidade da água; o uso correto de insumos; o manejo integrado de pragas; e a rastreabilidade do processo produtivo com registros e controles da produção.

Fonte: Ascom Mapa. Foto: Agência Brasília

O desconto nas parcelas de financiamento do Pronaf é oferecido com base no valor médio de mercado e no preço de garantia de cada produto

A lista do mês de julho com os produtos que receberão o bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) está acessível desde a sexta-feira (08). O documento foi publicado no Diário Oficial da União. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é o órgão responsável pela realização do cálculo do bônus. O desconto nas parcelas de financiamento do Pronaf é oferecido pelo governo federal com base no valor médio de mercado e no preço de garantia de cada produto.

Maracujá (Sergipe), laranja (Pará, Alagoas, Bahia e Rio Grande do Sul), e castanha de caju (Piauí) foram incluídos na atual lista de bonificação e nenhum dos produtos que estavam na lista no mês passado deixou de bonificar. Além desses produtos, constam na lista atual: açaí (Acre), banana (Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo), borracha natural (Maranhão e Bahia), cacau (Amazonas, Pará, Rondônia e Bahia), cará/inhame (Espírito Santo, Rio de Janeiro) e feijão caupi (Tocantins, Maranhão e Mato Grosso).

O maior bônus concedido foi de 32,74% para a borracha natural no Maranhão e o segundo maior foi para o feijão caupi em Mato Grosso (32,29%) seguido do cacau cultivado (31,95%) no Amazonas.

Confira aqui a lista completa.

Fonte: Gerência de Imprensa da Conab

Proprietários de imóveis rurais que pretendem obter o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), documento emitido para comprovar que determinada área está regular junto ao Incra, podem contar com atendimento via WhatsApp. O Incra abre um novo canal de comunicação via mensagens instantâneas para orientar o proprietário de imóvel rural sobre o que é o CCIR, como emiti-lo e efetuar o pagamento da guia, como obter um novo certificado ou corrigir erros. A facilidade é uma iniciativa inovadora em teste junto a sociedade que, caso venha a trazer resultados positivos, poderá ser convertida em ação permanente.

O chatbot disponibilizado pelo canal WhatsApp é uma solução tecnológica que utiliza inteligência artificial e foi implantado pelo Serpro, empresa de tecnologia do governo federal e parceiro do Incra no processo de transformação digital que toda a administração pública federal tem adotado.

Para acessar o Incra pelo WhatsApp, é preciso apenas salvar o telefone (61) 3411 7001 no celular e iniciar uma conversa. O assistente virtual oferece várias opções ao usuário, com mensagens criptografadas de ponta a ponta, eliminando o risco de dados pessoais caírem em mãos erradas.

Neste primeiro momento, todas as operações no aplicativo são informativas. Com a evolução do serviço, será possível também efetuar transações.

Sobre o CCIR

O Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) é expedido pelo Incra e contém informações sobre o titular, a área, a localização, a exploração e a classificação fundiária do imóvel rural. Além de servir como comprovante de regularidade cadastral do imóvel rural, o CCIR é indispensável para legalizar em cartório a transferência, o arrendamento, a hipoteca, o desmembramento, o remembramento e a partilha de qualquer imóvel rural. É essencial também para a concessão de crédito agrícola pois é exigido por bancos e agentes financeiros.

Texto: Comunicação Incra